Bon jour monamus!
Ainda estou relaxando em hause de my sister, tentando segurar minha boquinha de Angelina Jouli para não perder minha linda forma de Ana Hickman.
Tomando meu breck feste, veio in memorian , uma passagem que prometi contar- lhes de my mother que teve uma pequena deprê, e, ligando imediatamente para meu i fone pediu- me um 190.
Adentrei em meu car rumo a cidadezinha em que a mesma reside para prestar-lhe um help.
Chegando na mesma, resolvi leva-los para um pic nic e subsequentemente a uma pescaria na pequena cidadezinha ao lado, cuja conhecíamos enquanto crianças.
Pedi para papai que nos guiássemos através das estradas de terra para que relembrássemos de nossos tempos de childrens. Arrumamo-nos com nossa magnifica tralha de pescaria, mamãe com seu tricot (todo desengonçado devido a depressão, um ponto não tinha nada a ver com o outro) e fomos passear no pesqueiro cujo o nome não me vem in memorian.
Nem preciso dizer que quem pegou o maior peixe, fui eu, of corse. Tudo estava saindo como planejado em meu cérebro de tamanho avantajado e de pequenos relâmpagos nos tons do arco íris iluminando-me para contornar essa situação que tristemente vivíamos.
Ao adiantar das horas, pedi para que papai guardasse sua vara e que mamãe recolhesse aquela coisa esquisita que estava tricotando sem pé nem cabeça, para irmos embora pois a aurora se anunciava dizendo-nos que já era hora de voltarmos.
Ao entrarmos na pampa de papai, com nossa tralha devidamente recolhida, retornamos pela estrada de terra que papai jurava in memorian reconhecer. Escureceu!
Na primeira curva que apareceu, papai com seus olhos já gastos pela idade, pediu-me que seguisse pela mesma. Ai meu Deus! Isso aconteceu por volta das 18:00 hrs. A gaguice de papai nos levou a ver a civilização quase que pela última vez. Ficamos perdidos na estrada de terra sem a menor noção de onde estávamos e pra onde teríamos que ir. Quando olhei para o lado, papai e mamãe estavam cor de terra, somente seus olhos e dentes expressavam sinais de vida, devido a pampa de papai não possuir sistemas de ar condicionado. Tivemos que andar com os vidros abertos.
Na negritude da noite, avistamos um caminhão de cana vindo em nossa direção, papai desceu do carro e como uma dançarina de axé começou uma coreografia, dantes só vista em trópicos baianos. O caminhoneiro se assustou com aquela figura estranha toda coberta de poeira , gesticulando dancinhas em sinal de socorro em meio a escuridão. Passou reto e nos deixou apenas uma nuvem gigantesca de poeira, cuja nem papai eu achava mais. Mamãe apavorada, pois já sofrendo de depressão, gritava estericamente, cade o estrupício de seu pai? Tive que dar-lhe tapas para que se acalmasse. Quando a poeira abaixou, a figura estranha de papai, ainda mil vezes mais empoeirada, ressurgiu muito sem graça, pois o caminhoneiro nem sequer lhe dera respeito e atenção. Seguimos em frente, mais perdidos do que nunca. Avistamos ao longe uma casinha de colonos um tanto quanto colonial e barroca e papai num ato de coragem, resolveu bater palmas e pedir socorro aos seus ocupantes. A cada grito de papai, via-se sinais de poeira saindo de seus brônquios, mas com coragem e determinação continuou a gritar: Ô de casa! Coitado de papai. Na casa não havia ninguém, a única voz que ouvimos, foi a de um cachorro preto e faminto correndo em direção a papai. Mamãe voltou a gritar para que o cachorro não comesse ele todo.
Papai, que na infância foi pulador de corgos em distância, saltou como se fosse a última vez em sua vida e num passe de mágica, já estava dentro da possante pampa. Tive que dar mais um tapa em mamãe. Tudo parecia perdido, mas uma luz apareceu no final da estrada cercada de canaviais e quiçá canibais, e apareceu mais um caminhoneiro disposto a socorrer nossas pessoas que já se encontravam em tamanho desespero. O Bondoso homem, pediu-nos que seguíssemos seu possante, assim acharíamos a cidadezinha perdida. De bondoso ele não tinha nada. Acelerou com tudo, fazendo uma poeira tão grande, que não tínhamos ideia pra onde tinha ido. Na nossa frente não tinha nada, só terra. Por volta das 20:00 hrs, Deus mandou que um satélite enviasse sinais para meu celular devidamente encapado de oncinha e resistente a pó e poeira. Liguei imediatamente para meu irmão e por indicações de uma voz grave e sexi conseguimos tomar um rumo e chegar em casa.
Resultado da pescaria: minha mãe esqueceu da deprê, e papai contou aos 4 ventos, como se sentiu um herói salvando-nos das interpéries da vida.
Bjos, estou cançada ok!
comecei a ler esse post no meu trabalho ontem, mas tive q parar, percebi q estava rindo alto! ahahahahahha
ResponderExcluirAi my god!
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